Voando
para perder dois gols...
Meus
amigos e companheiros de trabalho no terminal rodoviário de Divinópolis
passaram estas três semanas de intervalo entre uma viagem e outra, batendo na
tecla de que os problemas do Cruzeiro neste começo de campeonato era por causa de
minha presença nos jogos. O assunto de que eu era “pé frio” já soava com
naturalidade, principalmente após a vitória em Sete Lagoas diante do Coritiba,
por conta de eu não ter ido lá. Alguns até me perguntavam se eu tinha certeza
que iria voltar ao Rio para ver o jogo contra o Vasco.
