sexta-feira, 9 de setembro de 2016

SEM BANDEIRA, SEM GILBERTO E SEM PONTOS

Na capital modelo e de presente novo no corpo, o futebol mirrado teve seu preço

O Cruzeiro começava a querer sair dessa situação incômoda por mais que ainda não estávamos nem na metade do campeonato. O time estava no meio da tabela e o consolo era ver o “patético” na zona de rebaixamento já àquela altura.
Comemoração de um dos gols da goleada em cima do Avaí
Parecia que a contusão de Wallison, no jogo anterior a esta viagem, não afetaria o time, uma goleada por 5 a 0 em cima do Avaí dava a empolgação necessária ao confronto que viria no meio de semana contra um forte Atlético-PR em Curitiba (foto). Voltaria à Arena da Baixada após uma passagem em 2010 quando a conheci. Na oportunidade não era jogo do meu time e sim um Atlético e Fluminense, jogo que interessava diretamente ao Cruzeiro, na época, brigando pelo título.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

UM CRAQUE AO LADO

Com meu time numa das piores fases, o futebol me dá seu maior presente.

Após duas viagens seguidas e ligeiramente desgastantes, consigo uma semana para recolocar minhas ideias em ordem e os novos planos em meta. Diante de um péssimo jogo em Goiânia, seriam inevitáveis as zoações nesse intervalo. Coisas do tipo: “Você é louco, ir nessa lonjura pra ver uma pelada daquela!” ou “O que você tem na cabeça? O time mal desse jeito, ninguém em sã consciência iria nem em Sete Lagoas!”. E lá continuava eu, firme com a ideia de não perder estas oportunidades, mesmo com a iminente briga contra o rebaixamento.

terça-feira, 19 de abril de 2016

O QUE FALTOU EM GOIÂNIA SOBROU EM SANTOS


Como ver o melhor e o pior jogo no mesmo dia.

                Mal havia chegado de São Paulo, quando literalmente não vi o gol da vitória celeste mesmo estando no estádio, um novo desafio me esperava. Já na noite de terça pegaria estrada, pois a viagem dessa vez seria maior. Próxima parada, Goiânia e um dos estádios que mais me gerava expectativa, o Serra Dourada. Mais uma vez, planos detalhadamente traçados, hotel próximo à rodoviária, onde comer, como me deslocar e chegar ao estádio.

segunda-feira, 21 de março de 2016

UM GOL CEGO


A arte se perder um belo gol por conta de bobagem

Duas semanas após o fiasco daquele jogo contra o São Paulo, onde o futebol do Cruzeiro ficou a quem da camisa histórica que vestia, voltava a capital paulista para entrar num “ninho de cobras”, ou de gaviões. A torcida do Corinthians não é nenhuma “flor que se cheire”, mas nem passava pela minha cabeça deixar de ir por este motivo.
Os planos já estavam praticamente traçados. Já que era quase o mesmo caminho para o Morumbi, só que sem o ônibus. No meio da semana, recebi um convite inesperado que me motivou ainda mais para esta partida.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

UM PALESTRA MIXURUCO

Compondo uma selva de pedras com pouco futebol...

Feliz da vida por ter visto a primeira vitória desta saga, zoei meus amigos por quase duas semanas. Voltei a viajar e acreditando numa guinada na maré em que se encontrava o Cruzeiro naquele campeonato. Próxima parada: capital paulista. A megalópole brasileira me esperava pela primeira vez, desde que me dou por gente. Fiquei um pouco ansioso e com medo de me perder lá. Prevenindo-me da questão medo, preparei-me bem para esta viagem, ficava horas por dia estudando o caminho a ser feito, os pontos de referência... Uma semana nesse batido e tudo na cabeça, afinal, não levava nada escrito ou desenhado para relembrar. Um caminho longo do Terminal do Tietê até o Estádio do Morumbi, seriam dois metrôs e um ônibus para chegar e evitar o absurdo de um táxi como foi no Rio.