segunda-feira, 21 de março de 2016

UM GOL CEGO


A arte se perder um belo gol por conta de bobagem

Duas semanas após o fiasco daquele jogo contra o São Paulo, onde o futebol do Cruzeiro ficou a quem da camisa histórica que vestia, voltava a capital paulista para entrar num “ninho de cobras”, ou de gaviões. A torcida do Corinthians não é nenhuma “flor que se cheire”, mas nem passava pela minha cabeça deixar de ir por este motivo.
Os planos já estavam praticamente traçados. Já que era quase o mesmo caminho para o Morumbi, só que sem o ônibus. No meio da semana, recebi um convite inesperado que me motivou ainda mais para esta partida.