A
arte se perder um belo gol por conta de bobagem
Duas
semanas após o fiasco daquele jogo contra o São Paulo, onde o futebol do
Cruzeiro ficou a quem da camisa histórica que vestia, voltava a capital
paulista para entrar num “ninho de cobras”, ou de gaviões. A torcida do
Corinthians não é nenhuma “flor que se cheire”, mas nem passava pela minha
cabeça deixar de ir por este motivo.
Os
planos já estavam praticamente traçados. Já que era quase o mesmo caminho para
o Morumbi, só que sem o ônibus. No meio da semana, recebi um convite inesperado
que me motivou ainda mais para esta partida.