quarta-feira, 10 de agosto de 2016

UM CRAQUE AO LADO

Com meu time numa das piores fases, o futebol me dá seu maior presente.

Após duas viagens seguidas e ligeiramente desgastantes, consigo uma semana para recolocar minhas ideias em ordem e os novos planos em meta. Diante de um péssimo jogo em Goiânia, seriam inevitáveis as zoações nesse intervalo. Coisas do tipo: “Você é louco, ir nessa lonjura pra ver uma pelada daquela!” ou “O que você tem na cabeça? O time mal desse jeito, ninguém em sã consciência iria nem em Sete Lagoas!”. E lá continuava eu, firme com a ideia de não perder estas oportunidades, mesmo com a iminente briga contra o rebaixamento.