Com
meu time numa das piores fases, o futebol me dá seu maior presente.
Após
duas viagens seguidas e ligeiramente desgastantes, consigo uma semana para
recolocar minhas ideias em ordem e os novos planos em meta. Diante de um
péssimo jogo em Goiânia, seriam inevitáveis as zoações nesse intervalo. Coisas
do tipo: “Você é louco, ir nessa lonjura pra ver uma pelada daquela!” ou “O que
você tem na cabeça? O time mal desse jeito, ninguém em sã consciência iria nem
em Sete Lagoas!”. E lá continuava eu, firme com a ideia de não perder estas
oportunidades, mesmo com a iminente briga contra o rebaixamento.